Instituto Cearense de Cirurgia Ginecológica

Mais do que cirurgia.
Cuidado integral
à saúde da mulher.

O ICCIRG nasceu da convicção de que toda mulher merece acesso a tratamentos ginecológicos de excelência — realizados com técnica apurada, tecnologia moderna e, acima de tudo, com empatia e respeito.

Nossa missão é oferecer diagnóstico preciso e intervenção cirúrgica segura, em ambiente hospitalar de excelência, garantindo qualidade de vida em cada etapa do tratamento.

Diagnóstico Preciso

Avaliação clínica completa com exames especializados.

Cirurgia Segura

Equipe experiente com protocolos cirúrgicos padronizados em ambiente hospitalar de excelência.

Tratamento Integral

Acompanhamento pré e pós-operatório personalizado.

Suporte Contínuo

Nossa equipe disponível em todas as etapas do tratamento.

Nossa Equipe

Equipe dedicada ao
cuidado da sua saúde

Equipe ICCIRG
Dr. Kilmer Castelo Branco Mourão

Dr. Kilmer Castelo Branco Mourão

• Médico, formado pela Faculdade de Medicina de Valença - RJ• Ginecologista e Obstetra, formado pela Santa Casa de Misericórdia do Rio de Janeiro• Título de Especialista em Ginecologia e Obstetrícia, reconhecido pela Federação Brasileira das Sociedades de Ginecologia e Obstetrícia (FEBRASGO)• Cirurgia Minimamente Invasiva, pós graduado pelo Instituto CRISPI

Dr. Kilmer de Moraes Castelo Branco

Dr. Kilmer de Moraes Castelo Branco

• Médico, formado pelo Centro Universitário Christus• Ginecologista e Obstetra, formado pelo programa de Residência Médica da Escola de Saúde Pública do Ceará.

Dr. Thiago Maciel de Farias

Dr. Thiago Maciel de Farias

• Médico, formado pela Faculdade de Medicina de Juazeiro do Norte• Ginecologista e Obstetra, formado pela Universidade Federal do Ceará• Cirurgia minimamente invasiva e endometriose pelo Hospital Sírio Libanês• Estado da Arte em Ginecologia e Obstetrícia pelo Hospital Albert Einstein• Pós graduado em Medicina Fetal, Ecocardiografia e Cardiologia Fetal pelo Cetrus e Institulo Lilian Lopes.• MBA em gestão de Negócios em saúde pela Unimed.

Dr. Arthur Carneiro Moura

Dr. Arthur Carneiro Moura

• Medico, formado pela Universidade Federal do Ceará.• Gestão em Saúde, MBA pela Fundação Getúlio Vargas.• Ginecologia e Obstetrícia, concludente do programa de Residência Médica da Escola de Saúde Pública do Ceará.

Dra. Isadora Memória Aguiar Ferreira

Dra. Isadora Memória Aguiar Ferreira

• Médica, formado pelo Centro Universitário Christus• Anestesiologista, formada pela Universidade Federal do Maranhão• Título de Especialista em Anestesiologia, reconhecida pela Sociedade Brasileira de Anestesiologia

Fabiana Querino

Fabiana Querino

• Auxiliar de enfermagem lasocial• Instrumentadora cirurgica.

Orientações de Saúde

Informações que empoderam
sua decisão de saúde

Muitos sintomas ginecológicos são comuns, mas comum não significa normal. Quando um sintoma atrapalha a rotina, causa dor ou piora com o tempo, ele precisa ser avaliado. Este conteúdo tem objetivo educativo e não substitui a consulta médica.

Sintomas e Doenças

O que é o sintoma

Um ciclo normal dura entre 21 e 38 dias, com sangramento de até 7 ou 8 dias. O sangramento é anormal se:

  • For muito forte, exigindo troca de absorvente em menos de 2 horas
  • Durar mais de 8 dias
  • Apresentar coágulos grandes
  • Ocorrer após a menopausa ou após relações sexuais

Possíveis causas (PALM-COEIN)

Causas estruturais: pólipos, adenomiose, miomas, malignidade e hiperplasia.

Causas não estruturais: coagulopatia, disfunção ovulatória, causas endometriais e uso de medicamentos/DIU de cobre.

Urgência — procure atendimento se houver:

  • Sangramento muito intenso
  • Tontura, desmaio ou palidez extrema
  • Suspeita de gravidez

Sinais de Alerta

Dor forte, incapacitante, que impede atividades comuns ou que não melhora com medicação simples. Dor profunda na relação sexual é comum em doenças como endometriose e adenomiose.

Causas Detalhadas

Cólica Primária: Sem doença visível, comum na adolescência por excesso de prostaglandinas.

Endometriose: Tecido fora do útero causando os "6 Ds":

  • Dismenorreia
  • Dispareunia (dor no sexo)
  • Disquesia (dor ao evacuar)
  • Disúria (dor ao urinar)
  • Dificuldade para engravidar
  • Dor pélvica crônica

Adenomiose: Tecido dentro da musculatura do útero, causando útero aumentado e cólicas intensas.

Miomas: Podem causar dor por compressão ou aumento do volume uterino.

Outras: Doença inflamatória pélvica (DIP), ressecamento vaginal (menopausa/pós-parto) e alterações do assoalho pélvico.

Tipos de Incontinência

Esforço: Perda ao tossir, rir, pular ou fazer exercícios. Relacionada à fraqueza dos músculos que sustentam a uretra após gestações ou menopausa.

Urgência (Bexiga Hiperativa): Vontade súbita e difícil de controlar. Piora com cafeína, álcool e infecções.

Mista: Combinação dos dois tipos anteriores.

Tratamentos

  • Fisioterapia pélvica (fortalecimento)
  • Treinamento vesical
  • Medicamentos específicos
  • Cirurgias como o sling

Outras Causas

  • Infecção urinária
  • Fístula urinária (perda contínua após cirurgias/partos)
  • Síndrome geniturinária da menopausa

Sintomas de Prolapso

  • Sensação de "bola" saindo pela vagina
  • Peso pélvico
  • Dificuldade para urinar ou evacuar
  • Menor atrito/sensibilidade na relação sexual

Tipos de Prolapso

Cistocele (Bexiga caída): Parede anterior da vagina desce.

Prolapso Uterino (Útero caído): O útero desce pelo canal vaginal.

Retocele: Parede posterior desce, dificultando a evacuação.

Frouxidão Vaginal: Sensação de vagina larga por distensão muscular ou perda de colágeno.

Tratamentos

  • Fisioterapia pélvica
  • Uso de pessários vaginais (dispositivos de suporte)
  • Cirurgias de suspensão ou correção de paredes

Cistos Benignos/Funcionais

Foliculares ou de corpo lúteo — geralmente simples e que desaparecem sozinhos.

Cistos que merecem atenção

  • Grandes
  • Com partes sólidas ou septos grossos
  • Que surgem após a menopausa

Tipos Específicos

  • Cisto hemorrágico (sangramento interno)
  • Endometrioma ("cisto de chocolate")
  • Teratoma (pode conter gordura/cabelo)
  • Cistadenoma

Urgências

  • Torção ovariana — dor súbita e intensa com vômitos
  • Ruptura de cisto — dor forte e desmaio

Síndrome dos Ovários Policísticos (SOP)

Condição hormonal com múltiplos pequenos folículos, acne e irregularidade menstrual.

Orientações Cirúrgicas

Jejum

Jejum de no mínimo 8 horas para sólidos e 6 horas para líquidos claros antes do procedimento.

Exames e Avaliações

  • Realize todos os exames pré-operatórios solicitados pela equipe
  • Avaliação com anestesiologista quando indicada
  • Suspenda anticoagulantes conforme orientação médica — nunca por conta própria

Preparação no Dia Anterior

  • Banho com sabonete antisséptico na noite anterior
  • Compareça sem esmalte, bijuterias ou maquiagem
  • Traga acompanhante maior de idade

Internação

Chegue no horário indicado pela equipe. Leve documentos pessoais e de plano de saúde se houver. Na consulta pré-operatória, todas as dúvidas são acolhidas e respondidas.

Repouso e Alimentação

  • Repouso relativo nas primeiras 24 a 48 horas
  • Alimentação leve e fracionada no primeiro dia
  • Use corretamente os medicamentos prescritos

Cuidados com o Curativo

  • Mantenha as incisões limpas e secas
  • Observe sinais de infecção: vermelhidão, inchaço, pus ou odor
  • Evite mergulhos, piscina ou banheira até liberação médica

Restrições

  • Evite esforço físico, dirigir e atividades sexuais pelo período orientado
  • Não pratique exercícios físicos antes da liberação

Retorno

Compareça a todos os retornos ambulatoriais agendados. Não interrompa o acompanhamento mesmo que se sinta bem.

Sinais de Alerta — contate a equipe imediatamente se:

  • Febre acima de 37,8°C
  • Sangramento intenso ou fora do esperado
  • Dor não controlada com os medicamentos
  • Inchaço, vermelhidão ou secreção nas incisões
  • Dificuldade para respirar ou dor no peito
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